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domingo, 30 de setembro de 2012

FOTOS HISTÓRICAS DE W. W. DA MATTA E SILVA

Com o intuito de deixar registrado neste blog as históricas imagens de W. W. da Matta e Silva, usei das fontes dos meus Irmãos de Santé Rogério Corrêa, Andrea Salgado, Diamantino Trindade, Templo Morumby, todos queridos Irmãos que estão em minha lista de sites recomendados. Muito Obrigado.






Matta e Silva


 
Matta e Silva




Fonte:Arquivos do falecido Capitão Lauro.


 corpo mediúnico da pavuna
 Foto do corpo mediúnico da Pavuna, primeiro Terreiro de Mata e Silva.
Neste local ele escreveu Umbanda de Todos Nós e outras obras, antes de Itacuruça na decada de 50.

Emblema da Pavuna
Desenho do emblema que foi usado na pavuna, pouco antes de sua mudança para Itacuruça.


Batismo











































Mestre Yapacani - O Mensageiro do Além

Ó Grande Mestre Desvelador da Umbanda Esotérica, nós, teus filhos e netos, não deixaremos sua história se apagar e faremos que ela seja conhecida por todos, pois como contam os Mestres abençoados por sua mão, "o velho" era uma pessoa muito especial e iluminada.

Sua benção onde estiver...

domingo, 23 de setembro de 2012

MÉDIUNS UMBANDISTAS




 
ORAÇÃO DO MÉDIUM
 
Senhor Jesus,





















PRECE PELOS MÉDIUNS




PRECE DE CÁRITAS



ORAÇÃO DE FRANCISCO DE ASSIS



Quis dar uma contribuição aos irmãos que tem a missão da mediunidade umbandista, às vezes tão mal compreendida. Para que todos nós que trabalhamos nesta seara, possamos nos apegar com as virtudes de nossos mentores, e assim elevar nossos pensamentos e corações aos planos superiores, e não servir de instrumento para o baixo astral.
A linha que separa o bom médium, daquele médium anímico e vaidoso é muito tênue, e quando ele menos imagina já está deitado na rede da vaidade e descamba para a manifestação do "eu mesmo".
Vamos nos inspirar nas mensagens acima, para quando formos trabalhar nas areias de Umbanda.

Saravá

Rogério

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Iniciação na Umbanda Esotérica

Iniciação é um processo que o adepto de uma religião passa,  simbolizando sua caminhada para o amadurecimento espiritual.
Cada um de nós tem seu próprio caminho, mesmo na iniciação, pois apesar de passar pelos mesmos rituais, isso não significa que responderão da mesma forma, pois cada um foca sua vida e o espiritual de uma forma, mesmo que a base seja a mesma.
A iniciação na Umbanda é algo novo, que teve maior enfoque com o advento das obras de W. W. da Matta e Silva.
Ser iniciado na Umbanda Esotérica, representa que o adepto galgou alguns degraus da "escada de Jacó",  ou seja, deveria ser alguém com mais conhecimentos de si mesmo e da religião, deveria ser um exemplo a ser seguido pela comunidade Terreiro e também da sociedade em geral. Um iniciado da Umbanda Esotérica deveria ser um conhecedor da Magia em todos seus aspectos, e também das mazelas humanas.
Um iniciado da Umbanda Esotérica deveria cada vez mais amar seu próximo e praticar a caridade através dos instrumentos que ganhou com a iniciação.
Iniciação também poderia se chamar o DESPERTAR para as realidades superiores, ou seja, tornar-se alguém pronto para ajudar os que ainda penam e gemem no mundo das formas.
Diferente do que vem dizendo determinado dirigente espiritual, a Umbanda Esotérica não faz iniciados afastados da realidade do mundo e nem uma elite no sentido pedante, ao contrário, um Iniciado da Umbanda Esotérica tem que "amassar barro", para poder trabalhar sua pedra bruta, mas não há que se negar que ele representa uma elite sim, só que uma elite pensante, e de espiritualidade desperta e pulsante, que tem a capacidade de levar luz onde necessitar.
Um dos maiores iniciados que encarnaram nesta Terra, antes de subir aos céus, foi aos infernos, porque seria diferente conosco, meros capangueiros?



domingo, 3 de junho de 2012

RAÍZES DO RITUAL UMBANDISTA

Texto abaixo retirado do livro Iniciação à Umbanda, editora Madras, Autores Diamantino F. Trindade, Ronaldo Linares e outro, página 29,30,31.
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" Quando Ronaldo Linares efetuou os primeiros contatos com Zélio de Moraes, indagou sobre a origem do ritual umbandista e ele fez os seguintes esclarecimentos: o rito nasceu naturalmente como consequência, principalmente, da presença do índio e do elemento negro. Não tanto pela presença física do negro, mas sim pela presença do Preto-Velho incorporado. Para ser mais preciso, no mesmo dia da primeira sessão, em 16 de novembro de 1908, pela primeira vez Zélio incorporou Pai Antônio. O Caboclo das Sete Encruzilhadas havia avisado que subiria para dar passagem a outra entidade que desejava se manifestar.

Assim, manifestou-se no corpo de Zélio o espírito do velho ex-escravo que parecia sentir pouco à vontade frente a tanta gente e que, recusando-se a permanecer na mesa onde ocorrera a incorporação procurava passar despercebido, humilde, curvado, o que dava ao jovem Zélio um aspecto estranho, quase irreal. Essa entidade parecia tão pouco descontraída que logo despertou um profundo sentimento de compaixão e de solidariedade entre os presentes. Perguntado, então, por que não se sentava à mesa com os demais irmãos encarnados, respondeu: Nego num senta não meu sinhô, nego fica aqui mesmo. Isso é coisa de sinhô branco i nego deve arrespeitá...

Era a primeira manifestação desse espírito iluminado, mas a morte que não retoca seu escolhido,mudando-o para o bem ou para o mal, não hava afastado desse injustiçado o medo que ele, tantas vezes, sentiu ante a prepotência do branco escravagista e, ante a insistência dos seus interlocutores, disse: Num carece preocupá não, nego fica no toco que é lugá di nego... Procurava, assim, demonstrar que se contentava em ocupar um lugar mais singelo, para não melindrar qualquer um dos presentes.

Indagado sobre o seu nome, disse que era "Tonho", um preto escravo que na senzala era chamado Pai Antônio. Surgiu, assim, a forma de chamar os Pretos-velhos de Pai.

(...) Sensibilizado com tanta humildade, alguém lhe perguntou respeitosamente "Vovô, o senhor tem saudade de alguma coisa que deixou ficar na Terra? E este respondeu: Minha cachimba, nego, qué o pito que deixou no toco... Manda muréque buscá. Grande espanto tomou conta dos presentes. Era a primeira vez que um espírito pedia alguma coisa de material, e a surpresa foi logo substituída pelo desejo de atender ao pedido do velhinho. Mas ninguém tinha um cachimbo para lhe ceder.

Na reunião seguinte, muitos pensaram no pedido e uma porção de cachimbos dos mais diferentes tipos apareceu nas mãos dos frequentadores da casa, incluindo alguns médiuns que haviam sido afastados de centros kardecistas, justamente porque haviam permitido a incorporação de índios, pobre ou pretos como aquele e que, solidários, buscavam na nova casa, a Tenda Nossa Senhora da Piedade, a oportunidade que lhes fora negada em seus centros de origem. A alegria do velhinho em poder pitar novamente o seu cachimbo logo seria repetida, quando os outros médiuns já mencionados também passaram livremente a permitir a presença de seus Caboclos, de seus Pretos-Velhos e demais entidades consideradas não doutas pelos kardecistas de então, pobres tolos preconceituosos que confundiam cultura com bondade.

Desse fato surgiu um ponto de Preto-Velho muito cantado nos terreiros de Umbanda:

Minha cachimba tá no toco
Manda muréque buscá
Minha cachimba tá no toco
Manda muréque buscá
No alto da derrubada
Minha cachimba ficou lá
No alto da derrubada
Minha cachimba ficou lá

Um outro ponto de Pai Antônio mostra o seu poder de cura:

Dá licença, Pai Antônio
Que eu não vim lhe visitar...
Eu estou muito doente
Vim pra você me curar
Se a doença for feitiço
Pula lá em seu congá
Se a doença for de Deus
Pai Antônio vai curar!
Coitado de Pai Antônio
Preto-Velho curador
Foi parar na detenção
Por não ter um defensor
Pai Antônio é Kimbanda
É curador!
É Pai de mesa
É curador
Pai Antônio é Kimbanda
É curador!"
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Tá aí uma parte importante de nossa história.

Repetirei o vídeo Defesa de Alabê da Ópera O Alabê de Jerusalém  de Altay Veloso, que já dá a mensagem por si só.

Fraternalmente

domingo, 27 de maio de 2012

MEDIUNIDADE



A mediunidade é o processo de comunicação entre o Plano Físico e o Plano Astral; é a intermediação entre o nosso plano e os planos de outras dimensões.
Do ponto de vista histórico, a mediunidade não é um fenômeno recente, em antigos livros sagrados de diversos povos encontram-se referências quanto a existência da mediunidade, mas foi a partir das conhecidas obras de Allan Kardec, portanto a partir de 1857 (data da edição de sua primeira obra, “O Livro dos Espíritos”), esse assunto passa a ser mais difundido, passa a ser mais popularizado.
Mediunidade é um instrumento da qual o Astral Superior se utiliza para interferir em vários momentos, na evolução do planeta, seja orientando e ou dando inspirações e ensinamentos necessários ao homem.

Atuar como um intermediário entre planos diferentes não é uma tarefa simples, exige intenso e contínuo esforço de concentração, disciplina e trabalho. E nessa atuação há processos facilitadores e processos que dificultam. Portanto, é imperioso que o médium tenha conhecimento destes processos para o bom desenvolvimento e manutenção do seu mediunismo.

Todo processo mediúnico pode sofrer interferência seja do próprio condicionamento do médium, seja do ponto de vista de sintonia, por causas físicas, etc.

Vamos entender melhor essa questão de sintonia: o ser espiritual emite ondas de determinadas freqüências vibratórias e essas ondas precisam casar-se com a freqüência vibratória do médium. Exemplificando, vamos imaginar que a Entidade Espiritual utiliza a freqüência de um rádio FM para a comunicação e o médium sintoniza a freqüência AM. Neste caso, não há comunicação pois não há sintonia de freqüências.

E, ainda, o indivíduo médium precisa alimentar-se adequadamente através daquilo que ele vê, daquilo que lê, daquilo que ouve, daquilo que respira, além daquilo que ele ingere oralmente. Deve ser seletivo quanto à esses aspectos, pois tudo contribui para a harmonia de seu organismo mental, astral e físico.

O médium equilibrado e harmonizado propicia que haja um entrelaçamento mediúnico também equilibrado e, principalmente, que o processo mediúnico ocorra somente com as Entidades afins a seu mediunismo.

A Mediunidade não é prêmio ou castigo. É um compromisso de espíritos muitos endividados, exceto no caso dos raros médiuns, que vêm na Terra para cumprir determinadas missões.

A Espiritualidade concede a faculdade mediúnica para que através dela, o ser encarnado possa se lapidar dos erros pretéritos, trabalhando para seu próprio reequilíbrio e harmonia, através da prática da caridade. É uma excelente oportunidade para que sanemos nossos erros de uma forma mais rápida e coletiva.

Intrinsecamente ligada à responsabilidade, especialmente nos que militam na esfera do Movimento Umbandista, a mediunidade não torna as pessoas superiores às outras.

O médium que exerce com responsabilidade o mediunismo em favor dos outros, cumpre sua tarefa. De outra forma, quando ele se recusa, será cobrado quando do retorno ao plano astral.

TEXTO DE: Uma pequena discípula da Sagrada Raiz de Guiné.




segunda-feira, 21 de maio de 2012

Pemba Maior

Na data de ontem, no Templo de Fundamentos Umbandísticos do Sr. Ogum Beira Mar, do Irmão e Sacerdote Jean, realizou-se a palestra sobre Lei de Pemba, ministrada pelo Mestre de Iniciação da T.U.O. o Sr. Omar Belico dos Reis (Mestre Yatyçara), o qual demonstrou por A + B que o ponto riscado é o elo de ligação do Operador de Magia, do Médium Magista e do Mago com as forças divinas.

Umbanda tem Fundamento!!!

Parabéns Jean pela iniciativa, e meus respeitos Mestre Yatyçara por suas lições.

Fraternalmente